Por Keissy Kelly

De repente, descobri que me encontro em uma nova fase na qual tenho escolhido para minha vida apenas aquilo que aquieta meu coração e alimenta minha alma. Tenho praticado a autoaceitação e, com isso, venho conseguindo diminuir aquele peso que as críticas exerciam sobre meus ombros.

Hoje me olho no espelho e escolho me aceitar por inteira, pois descobri que meus defeitos e qualidades formam a combinação perfeita que me torna única perante o mundo. Descobri, enfim, que eu sou a única responsável por minha felicidade e, então, decidi me fazer a mulher mais feliz desse mundo.

Hoje eu escolho renunciar a todos os padrões de pensamentos, que me impedem de alcançar o meu melhor para mim mesma e para aqueles que eu amo.

Equilíbrio entre o coração e a razão

Aprendi muito antes de chegar a esta nova fase

Entendi que, de fato, devo enxergar meus defeitos com o carinho que eles merecem, aceitando-os não como uma falha, mas como uma oportunidade de crescimento e aprendizado e, assim, quando erro, não mais aceito qualquer tipo de punição, mas sim procuro encontrar as alternativas que me permitirão fazer melhor da próxima vez.

Hoje apenas observo o que sinto em relação a algo ou alguém, e decido se desejo, ou não, me manter na mesma frequência e, assim, sigo minha vida sem aquele velho fantasma da culpa, que insistia em me acompanhar em cada passo que eu dava.

Aprendi que meus pensamentos regem a melodia da minha vida e, portanto, tenho praticado o amor, a compaixão e o perdão diariamente; ajustado o tom, quando algo sai do meu controle; afinado minhas palavras, para que da minha boca saiam apenas frases que edifiquem; e venho revisando cada partitura, para eliminar os excessos que nada acrescentam.

Percebi que as pausas são tão, ou mais, importantes do que o caminho em si.

É fundamental saber a hora de parar para respirar, realinhar objetivos e desfrutar as conquistas já alcançadas, para que a vida não apenas se resuma ao simples acúmulo de metas. Deixei de permitir que me dissessem o que eu deveria, ou não, fazer, como se eu não tivesse a minha própria opinião sobre a minha própria vida. Com isso, me reinventei, me redescobri e me reencontrei, e deixei de cobrar de mim uma perfeição exagerada.

Mulher caminhando em ponte com guarda-chuva

A verdadeira beleza

O fato é que descobri que, para uma mulher se tornar bonita de verdade, daquelas que fazem com que todos se encantem ao olhá-la, ela deve ser capaz de se despir de toda e qualquer necessidade de se encaixar em algum tipo de padrão. O fato é que mulher bonita de verdade é aquela que se veste de si mesma e gosta do que vê e, por isso, contagia a todos com sua energia.

Entendi, enfim, que, ao invés de reclamar dos percalços da vida e dos defeitos que encontro em mim ou nos outros, devo buscar soluções e praticar a gratidão por cada aprendizado e libertação, pois esse sim é o grande segredo de uma vida plena.

Imagem de capa: Shutterstock/ViChizh

TEXTO ORIGINAL DE A MENTE É MARAVILHOSA

*O conteúdo do texto acima é de responsabilidade do autor e não necessariamente retrata a opinião da página e seus editores.


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