Um grupo de pesquisadores Universidade de Zurique constataram que a generosidade torna as pessoas mais felizes. De acordo com eles, fazer algo de bom e genuíno por alguém dá a muitas pessoas uma sensação agradável que os pesquisadores chamam de brilho caloroso. Os pesquisadores investigaram como as áreas do cérebro se comunicam para produzir esse sentimento. Os resultados fornecem uma visão sobre a interação entre altruísmo e felicidade.

Os cientistas também descobriram que a quantidade de generosidade não influencia no tamanho do contentamento. Sendo assim, não há necessidade de se sacrificar muito pelos outros para se sentir mais feliz. Para a realização do experimento os participantes foram divididos em dois grupos. Um deles recebeu uma quantia de dinheiro que deveria gastar consigo mesmo. A outra metade comprometeu-se a gastar o dinheiro com alguém que conhecessem.

Enquanto os participantes do estudo tomaram a decisão de se comportar ou não se comportar generosamente, os pesquisadores examinaram a atividade em três áreas de seus cérebros: na junção temporo parietal (onde o comportamento pró social e a generosidade são processados), no estriado ventral (que é associado à felicidade) e no córtex orbitofrontal (onde pesamos os prós e os contras durante os processos de tomada de decisão). Essas três áreas do cérebro interagiram de forma diferente, variando se os participantes do estudo se comprometeram com a generosidade ou o egoísmo.

Os participantes que haviam se comprometido a se comportar generosamente ativaram a área altruísta do cérebro e intensificaram a relação entre essa área e a área associada à felicidade.

Imagem de capa: Shutterstock/rf_vector

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