O ter e o ser na gestão da emoção

A gestão da emoção nos mostra que no grande oceano da vida não podemos conquistar tudo que queremos, as vezes, existe sim o impossível, talvez eu trabalhe e me esforce além do normal, e mesmo assim, não consiga o resultado material desejado.

Qualquer outra maneira de ver a vida, é pura venda, falácia e engodo. As vezes não dar certo, por alguns momentos, em alguns projetos e empreendimentos, faz parte do humano, demasiado humano. Não podemos ter tudo que desejamos de material, ou de poder, pois por este caminho, poucos, fazem a desgraça e miséria de bilhões, contribuindo para a grande desintegração do contrato social e a falência da nossa biosfera.

Não podemos ter tudo que desejamos, definitivamente não, mas podemos sim, ser cada dia melhores para nós mesmos, para nossa família, para nossos colegas, para o grande contexto social. Isto sim, é inteligência emocional.

Para o “ter” sempre existirá um limite, uma ética da emoção, onde a minha felicidade e sucesso não possam estar no centro do grande círculo de miséria, de fome, de destruição do Planeta. Para o “ser”, aí sim, não existem fronteiras, a meta é infinita e ilimitada, pois sempre podemos ser melhores, mudando nosso mundo interior e transformando nosso mundo exterior para melhor.

O ser é integrador, pois vinculado a consciência cósmica, tudo recebe para tudo dividir, assim é a lei de amor. O ter é desintegrador, inconstante, sempre querendo mais e atraindo ansiedade, ruína, destruição e morte.

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Paulo Ratki
Analista e Coach Especialista em Inteligência Emocional Six Seconds Emotional Intelligence Assessment – SEI Presidente do LIDE RS Líderes Empresarias Grupo Dória



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