Um estudo sobre a Gestalt, por Carine Barreto

Por Carine Barreto

Acadêmica de Psicologia pelo Centro Universitário Augusto Motta.Rio de Janeiro.
Email: carineb1994@gmail.com

RESUMO

O presente artigo pretende discutir a Gestalt como uma abordagem da Psicologia bastante eficaz nas psicoterapias desde o seu surgimento até os dias atuais. É um assunto que contribui para melhor qualidade de vida das pessoas de uma forma ativa e dinâmica.

INTRODUÇÃO

O termo Gestalt surgiu muito antes de sua criação no contexto Psicológico. Segundo GUIRADO, Luma; MINARDI, Marcela, Zamboni, a palavra tem origem alemã e surgiu em 1523 de uma tradução da Bíblia, significando “o que é colocado diante dos olhos, exposto aos olhares”.
O Psicólogo Max Wertheimer disse, nos anos que se seguiram a 1912, que as Gestalten são basicamente diferentes do que se chamava na época de sensações. As Gestalten, percebidas em primeiro lugar, podem ser decompostas em partes. Mas as partes são sempre partes da Gestalt formadora. Está completamente errada a sentença, atribuída falsamente aos gestaltistas, de que “o todo é mais do que a soma dos elementos”. A psicologia da Gestalt é diferente daqueles que falam em soma de elementos. Pelo contrário, a Gestalt, de início, vai ser dividida em partes.
A chamada Gestalt-terapia surgiu no início da década de 50, a partir das reflexões de Friederich Perls, um psicanalista nascido em Berlim em 1893, que emigrou durante a década de 40 para a África do Sul e posteriormente para os Estados Unidos da América, onde juntamente com um grupo de intelectuais norte-americanos desenvolveu esta nova abordagem.
Hoje, adotada no mundo inteiro, significa um processo de dar forma ou configuração. Gestalt significa uma integração de partes em oposição à soma das
mesmas num todo.
Este campo vem quebrando grandes paradigmas no contexto acadêmico tanto pela suavidade quanto pela intensidade em suas intervenções.

Para desenvolver este estudo o artigo apresenta a história da Gestalt como ponto de partida para melhor compreensão, e apresenta a subjetividade, construção das teorias, alguns mecanismos de defesa e técnicas utilizadas por terapeutas.

A Psicologia da Gestalt:

Uma Gestalt é produto de uma organização e esta organização é o processo que leva a uma Gestalt . O que queremos fazer em Gestalt Terapia é integrar todos esses pedaços e partes rejeitadas e alienadas do Self e fazer da pessoa um todo novamente.
“Que cada modo de sermos é parte de nosso Selffracionado. Isso é tão importante que gostaria de reformular outra vez:Nós somos como temos que ser: pessoas fracionadas, pessoas divididas em pedaços e peças. Não tem sentido analisar esses pedaços e peças sem cortá-los mais ainda, PERLS (1951)”.
A Psicologia da Gestalt é uma das tendências teóricas mais coerentes e coesas da história da Psicologia. Seus articuladores se preocuparam em construir não só uma teoria consistente, mas também uma base metodológica forte, que garantisse a consistência teórica.
No final do século XIX muitos estudiosos procuravam compreender o fenômeno psicológico em seus aspectos naturais (principalmente no sentido da mensurabilidade). A Psicofísica estava em voga. Ernst Mach (1838-1916), físico, e Chrinstiam von Ehrenfels(1859-1932), filósofo e psicólogo, desenvolviam uma psicofísica com estudos sobre as sensações de espaço-forma  (o dado psicológico) e tempo-forma (o dado físico) e podem ser considerados como os mais diretos antecessores da Psicologia da Gestalt.
Esta forma de ver o mundo não é apenas experiência, mas também ação. Em um artigo de crítica a Benussi, Koffka alarga o que se pode entender por Gestalt. Koffka pensa em Gestalt não apenas na experiência, mas também nas ações dos indivídu- os. Cantar, escrever, desenhar, andar são Gestalts tanto quanto a consciência de ouvir ou de olhar. “O ato motor é um processo-de-todo organizado; os muitos movimentos individuais podem ser compreendidos somente como partes do processo que os abraça .” (Ash, 1995; Koffka, 1915/1938.) Os correlatos fisiológicos da percepção e da ação, não são excitações individuais mas eventos unificados. São, como Wertheimer o acentuou, Gestalten.

1. A Gestalt no Brasil

Para contar a história sobre a Gestalt, foi observada em outros artigos uma grande diversidade de ideias para falar sobre esta abordagem. Vários pesquisadores mostram a Gestalt de um ponto diferente.
De acordo com Walter Ferreira autor do artigo: Gestalt-Terapia no Brasil: recontando a nossa história, começamos essa prática de falar sobre a História da Gestalt-Terapia em nossos Congressos, em 1991, em Brasília, onde a nosso pedido, Jean Clark Juliano, de São Paulo, contou-nos com a seriedade e espírito de pesquisa que a caracterizam, a história da Gestalt-Terapia, segundo seus achados e opiniões. Nesse dia, ela enfatizou o fato incontestável (mas que precisa sempre ser lembrado) de que cada um conta a história de sua perspectiva, ou seja, a história que existe para cada um de nós é o resultado do encontro, da relação, entre os fatos pesquisados com as características, os anseios, as crenças do pesquisador. Ninguém conta história ou faz qualquer coisa de maneira neutra.

Segundo Perls, Hefferline e Goodman,(1997, p. 7) a Gestalt terapia teve no início no Brasil na década de 70 em uma palestra proferida por Therése Tellegene posterior convite a Gestal-Terapeutas estrangeiros para colaborarem na formação do primeiro grupo de terapeuta nesta abordagem no Brasil.
Na mesma época, a Summus Editorial lançou os livros Gestalt-terapia Explicada (baseado em transcrições de workshops realizados por Fritz Perls) e Tornar-se Presente,de John Stevens. Já para Aguiar, a concepção de homem nesta abordagem no Brasil ainda tem uma característica fundamental que é a visão holística, “que é a visão integral e não fragmentada do homem e da realidade que nos cerca” (AGUIAR, p. 41, 2005).

2. A construção do Terapeuta

Perls sugere que o terapeuta é, basicamente, uma tela de projeção na qual o paciente vê seu próprio potencial ausente; a tarefa da terapia é a recuperação deste potencial do paciente. O terapeuta é sobretudo um habilidoso frustrador. Embora dê satisfação ao paciente dando-lhe atenção e aceitação, o terapeuta frustra-o recusando-se a dar-lhe o apoio de que carece.
O terapeuta age como um catalisador que ajuda o paciente a passar pelos pontos da “fuga” e do impasse; o principal instrumento catalisador do terapeuta consiste em ajudar o paciente a perceber como ele ou ela constantemente se interrompe, evita a conscientização, desempenha papéis e assim por diante. (As projeções que estão envolvidas na relação do paciente com o terapeuta fornecem um aspecto bastante significativo da fuga daquele, mas, como mencionamos anteriormente, outros aspectos além dos elementos transferências da relação paciente-terapeuta também
são considerados importantes.).
Finalmente, o terapeuta é humano e seu encontro com o paciente envolve o encontro de dois indivíduos, o que inclui mas também vai além do encontro definido
de papéis terapeuta-paciente.
Friedrich acreditava que a terapia individual era obsoleta, tanto ineficiente quanto via de regra ineficaz. Sugeria que o trabalho em grupos tinha muito mais a oferecer, quer o trabalho envolva explicitamente o grupo inteiro, quer assuma a forma de uma interação entre o terapeuta e um indivíduo dentro do grupo. Sugeria que o grupo pode ser extremamente valioso ao fornecer uma situação de mundo microcósmica na qual as pessoas podem explorar suas atitudes e comportamentos uns em relação aos outros. O apoio do grupo na “emergência segura” da situação terapêutica também pode ser bastante útil ao indivíduo, assim como a identificação com os conflitos de outros membros e sua resolução dos mesmos.

3. Como se forma/constrói a Gestalt?

De acordo com Marcolli, tudo começa com um campo, este é um conceito básico desta teoria.
O campo para o sujeito seria o espaço por onde ele transita, o lugar que ele estrutura seu ego e o mundo subjetivo.
Fazendo uma analogia, esta construção de campo seria como uma grande estrada e nela há duas pessoas vagando em lados opostos. As duas estão distantes, mas vão se aproximando com o tempo. Até que um dia se encontram. As duas pessoas param, e uma fica de frente para a outra. Depois da distância que deturpava a visão de ambas, se mostra a figura do terapeuta e com ele as suas técnicas. Diante da distância que deturpava a visão de ambas, se mostra o cliente com um enorme conteúdo de informações sobre a sua vida. Os dois se olham e se analisam como algo novo e estranho. O cliente olha para o terapeuta de cima a baixo e aproxima a sua mão ao rosto. O terapeuta faz a mesma coisa, e aproxima a sua mão ao rosto também. Quando os dois percebem que estão fazendo o mesmo gesto acabam se identificando. Os dois quebram o silêncio e então riem de si mesmo. Quando se estabelece um clima onde os dois se sentem a vontade acontece o encontro, que é mais um princípio da Gestalt.
Esse pequeno texto ajuda a entender um pouco sobre um universo de grandes possibilidades, em que o terapeuta se permite viver e demonstrar as suas emoções. Para o paciente esta ação se constrói como fruto da empatia e assim favorece o relacionamento de ambos no tratamento Psicológico.
Vale ressaltar que esta relação de troca no processo terapêutico deve ser respeitada de acordo com os princípios éticos e morais na conduta do Psicólogo.

4. Figura e Fundo

Uma pessoa estava andando por uma estrada por várias horas. Depois de um certo desgaste ele começa a se sentir cansado, percebe as batidas ofegantes do seu coração e acaba parando para respirar. Neste momento a figura é o coração do sujeito e o fundo é a estrada, o sol, o caminho. Do todo, uma parte emerge e vira figura, ficando o restante indiferenciado ou num fundo.
5. O Insight
A Gestalt trabalha muito com o Insigth que se define como ter a resposta para um problema de modo inesperado. Seria como uma luz que acendesse e assim conseguiríamos ter a solução para uma determinada questão.
Thorndike havia publicado nos Estados Unidos, em 1898, um trabalho realizado principalmente com gatos e cães, no qual demonstrava a longa aprendizagem para abrir uma porta, atrás da qual se encontravam alimentos. A tradução teórica dessa aprendizagem era a união associativa entre impressões sensoriais e impulsos motores. A investigação de Thorndike representava o entretanto, os experimentos mais interessantes foram aqueles nos quais os chimpanzés se encontravam numa situação no qual o alimento, a banana, era posto fora do seu alcance. Procuravam diversas soluções e repentinamente o desfecho chegava. É o “Einsicht” ou sua tradução inglesa insight. Essa palavra inglesa foi importada por diversas línguas, inclusive por nosso português.
O critério de insight é o aparecimento de uma solução completa com relação à estrutura do campo, como disse Köhler. O chimpanzé, após o insight, realiza genuinamente o caminho que leva à solução do problema, inclusive utilizando utensílios para a nova função ou até inventando-os. (Ash, 1995; Köhler, 1917/1927.) O insight era uma solução momentânea. Os psicólogos da Gestalt não são nativistas. Entretanto, a solução de um problema requisita exclusivamente uma reorganização do campo para o sujeito. Procurar fatores que ocorreram no passado não interessa a esses psicólogos. Mas o termo foi fielmente utilizado por terapeutas Gestaltistas em suas análises. Um dos mais importantes termos usados em psicoterapias. Deste modo, quando um cliente consegue superar algum problema dizemos que este “Fechou Gestalt” como tradução para a elaboração de alguma questão que o perturbava.

5. Conceitos Básicos

Os teóricos da Gestalt propuseram uma série de princípios para percepção, tais como proximidade, semelhança, direção, disposição objetiva, destino comum. Também como conceitos básicos destacam-se: O Todo e a Parte; Figura e Fundo; Aqui e Agora, Campo, Estrutura e Forma. Outros conceitos ou mecanismos básicos são, a Agressividade, o Ajustamento Criativo, Bloqueio de Contato, Diálogo, Fronteira de Contato, Presença, Relação Complementar, Totalidade, entre outros.
Em síntese, abaixo segue a definição de alguns conceitos abordados nesta terapia.
Campo é segundo Marcolli, um espaço que apresenta algumas características constantes em todos os seus pontos; o espaço de uma folha de desenho ou a tela de um pintor são campos, tal como o é uma parede, o espaço de um compartimento um móvel ou um bloco de pedra. À noção de campo está ligada a 4ª dimensão, a noção de tempo. No meio do cinema a ação decorre em determinado tempo; leva tempo a percorrer, com o olhar, o trajeto de uma estrada, o teto de uma igreja barroca ou o desenho numa folha.
Estrutura é o conjunto de elementos que compõe numa forma e a ordem de organização; Com três segmentos de reta pode-se formar a letra A, desde que respeite determinada ordem.
Forma é a zona do campo que por ter determinada estrutura se destaca das zonas não estruturadas ou fundo.
Jorge Ponciano Ribeiro descreve o conceito da Agressividade sendo negativa quando usamos este instinto agressivo de maneira inapropriada. A depressão, por exemplo, é uma típica situação de perda de agressividade diante das dificuldades que o mundo nos apresenta diante das quais perdemos a capacidade de reagir. Alguns dos bloqueios de contato, sobretudo a deflexão ( desvio, deslocamento) a confluência e a introjeção são situações clássicas de perda da agressividade. Já a projeção sendo acentuada, implica no seu uso indevido.
A agressividade positiva é trabalhada no indivíduo para que ele possa se recuperar gradualmente destes anseios, para que ele signifique a presença, o diálogo e necessidades pessoais como forma reflexiva de ajustamento criativo.

6. A flexibilidade da Gestalt

Uma das ferramentas desta teoria é usar o tempo presente para trabalhar os anseios do paciente. O aqui e agora.
É de acordo com este tempo que o terapeuta vai trabalhar, agora, no presente. Quando o cliente se envolve no processo terapêutico e o Gesltatista se envolve para entender como funciona seu mundo interno, as intervenções se tornam bem ativas, provocadoras. A Gestalt se mostra flexível ao passo que não desqualifica outras intervenções não comuns por tanto que seja fundamentada e caiba naquela situação, se tornando eficaz.
Os sentimentos do sujeito são externados e sua maior angústia, aquela que lhe incomoda,é explicitada por ele. E assim os terapeutas conseguem enxergar o foco para ser trabalhado.
O cliente fala sobre os seus medos e a partir deste ponto, aos poucos é possível ver como o indivíduo percebe o mundo, como ele lida com os conflitos. Deste modo o terapeuta consegue notar como o self do sujeito está estruturado.

7. A Subjetividade

A subjetividade está no centro de todas as questões, pois é ela que faz com que cada estrutura seja realmente delimitada e com isso se torna fruto de cada escolha nos relacionamentos interpessoais.
Assim, é entendido como é o mundo interno de cada indivíduo e como este mundo interno se relaciona com o mundo externo. O que é a figura e o que é o fundo. Deste modo se percebe que é uma construção totalmente pessoal .A Gestalt é uma teoria que considera os fenômenos psicológicos como um conjunto autônomo e articulado na sua configuração,cada um tem uma maneira própria de entender o mundo que se dá principalmente pela percepção e pela experiência. O ser humano é único e seus fenômenos são próprios do indivíduo.

8. A interpretação do Terapeuta

No curso Psicologia, estudamos várias abordagens e pela primeira vez para muitos, o contato com a Gestalt. Em livros que abordam a História da Psicologia conhecemos os princípios de raciocínio visual que são a Proximidade, Semelhança e a Continuidade, por exemplo.
Proximidade, Semelhança e Continuidade são princípios as quais obedecem a estruturação das formas. Por vezes predomina a relação de proximidade entre formas adjacentes, outras vezes é a relação de semelhança das partes o elo mais forte do conjunto de formas. A continuidade acontece quando a figura não está completa, faltando-lhe apenas uma parte pequena, havendo tendência a perceber a figura como completa, e a falta como lacuna.
Proximidade: Em condições iguais, eventos próximos no tempo e espaço tenderão a permanecer unidos, formando um só todo. A Semelhança seria os eventos semelhantes que se agruparão entre si. Essa semelhança se dá por intensidade, cor, peso, tamanho, forma, entre outros. Já, a continuidade seria o acompanhamento visual de alguns elementos de modo que se acompanharmos em uma linha eles continuam em alguma direção ou maneira já conhecidas.
Mas como a teoria se aplica na prática?
Em um meio social, as pessoas têm a tendência de ser juntarem e permanecerem unidas e deste modo, construir algum tipo de relacionamento mesmo que superficial. Um exemplo de um ditado popular conhecido é “A união faz a força” e
“Um por todos e todos por um”.

No caso da semelhança, as pessoas que têm características em comum sendo elas fenotípicas, intelectuais, estilos musicais, roupas, causas sociais, e assim tendem a se identificar com mais facilidade. A continuidade seria a junção destas duas estruturas somada a uma causa comum a todos fazendo com que este vínculo amadureça e continue de acordo com os interesses de cada pessoa.
Desta forma, conseguimos entender como acontece esse processo nas relações sociais.
Considerações finais
Como pretendemos ter deixado claro ao longo do artigo, a Gestalt-terapia compartilha o questionamento do que é a vida para o sujeito, como se dão as suas relações sociais e como ele constrói este raciocínio. Como o sujeito reage diante de algum problema e o que ele vai fazer com essa gama de experiências.
A Gestalt tem o objetivo de desconstruir junto com o indivíduo cada vez mais as crenças que não fazem sentido para o próprio sujeito de modo reorganizá-lo como uma pessoa estruturada. Esta abordagem visa mostrar o caminho, e não direcionar o cliente para qual caminho ele deverá seguir, mostrando-se totalmente flexível e firme, nas suas intervenções.
Este campo é atraente, pois proporciona um grande conforto para o terapeuta ao conduzir a psicoterapia tanto para o cliente ao se sentir acolhido. Quando este clima favorável se instala na relação de ambos podemos dizer que houve o encontro, ou seja, a Gestalt.

Referências

1) PERLS, F; HEFFERLINE, R. e GOODMAN, P. Gestalt – Terapia. [Trad. Fernando R. Ribeiro]. São Paulo.: Ed. Summus. 1997. <http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/fHNn4dxLqGPClEa_2013-5-13-16-24-19.pdf> Fernando R. Ribeiro. São Paulo.: Ed. Summus. 1997.Acesso 15 out.2014.
2)Ballone GJ – Friederich Perls,  in. PsiqWeb, internet, disponível em <http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=189> revisto em 2005. Acesso 10 nov. 2014.
3)RIBEIRO, Walter Ferreira da Rosa. Gestalt-Terapia no Brasil: recontando a nossa história. Rev. abordagem gestalt., Goiânia,v.13,n.2,dez.2007 Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-68672007000200010&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 10nov. 2014.
4)ENGELMANN, Arno. A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea.Psic.: Teor. e Pesq., Brasília , v. 18,n. 1,Apr. 2002 .Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-37722002000100002&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 10 Nov. 2014.
5) http://pt.slideshare.net/lilianmascarenhas2/teoria-da-gestalt-15020272
6)AGUIAR, Luciana. Gestalt-terapia com Crianças. Campinas: Editora Livro Pleno, 2005. Disponível em <http://www.unifil.br/portal/arquivos/publicacoes/paginas/2011/6/331_331_publipg.f> Acesso em 10 nov.2014

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Sobre a autora:

Carine do Espírito Santo Barreto, sou estudante de Psicologia do Centro Universitário Augusto Motta, no Rio de Janeiro.

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