Corinne Baudry-Gellé é diretora da Escola Agrícola Val de l’Ouin, na cidade de Mauleon, no oeste da França, e recentemente decidiu adotar um cachorro como uma estratégia de saúde mental para aliviar o estresse dos alunos e ajudar com as dificuldades daqueles com necessidades especiais.
Em entrevista aos meios de comunicação France 3 Nouvelle-Aquitaine, o diretor contou que “o objetivo é promover o bem-estar dos alunos dentro do estabelecimento, contribuir com algo terno para os alunos que às vezes se preocupam com determinados aspectos acadêmicos ou com aqueles que enfrentam problemas em casa”.
O director disse ainda que a iniciativa começou a ter resultados positivos nos alunos e acrescentou “os jovens não têm medo do cão, assim que o vêem há menos ruído nos corredores, o cão também frequenta reuniões do conselho disciplinar; se um aluno chora, o cachorro se aproxima dele e o acalma. Eu vi isso durante uma sessão do conselho disciplinar. Este é um projeto de longo prazo, pois o cão ficará aqui até o final de sua vida.”
Desta forma, o cachorrinho percorre os corredores e as diferentes salas de aula da instituição e tem conquistado o carinho de todos os alunos e professores, como relata o professor de educação sociocultural Bérangère Girard: “A presença do labrador dinamiza o curso, ele é muito agradável. O ambiente e a relação entre professores e alunos ganham muito com a presença dele”.
Desde a adoção e incorporação do cachorrinho à escola, os alunos se sentem mais felizes e além de gostarem de sua companhia, também gostam muito de compartilhar diferentes atividades com ele, alimentando-o e dando-lhe carinho e amor quando o veem no corredores ou nas salas de aula com seu colete azul característico.
Por fim, um dos alunos da escola Val de l’Ouin mencionou na entrevista à France 3 Nouvelle-Aquitaine que não poderiam ter melhor companhia do que o cão, pois “nos traz bom humor e alegria, e também nos acalma durante as aulas”.
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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Nation.
Fotos: Reprodução.
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