Crise de ansiedade costuma ter um “padrão”: o corpo entra em modo alerta, o coração dispara, a respiração encurta e a cabeça começa a tentar resolver tudo ao mesmo tempo.
E aí muita gente faz o que dá na hora: anda de um lado pro outro, pega o celular, tenta “pensar positivo”… Só que existe um caminho mais direto: mexer na fisiologia primeiro.
É nessa linha que o médico brasileiro Dr. Juan Lambert (Saúde, Hormônios e Performance) viralizou ao mostrar um jeito rápido de reduzir o pico da crise usando frio no rosto — um estímulo simples que pode desacelerar o sistema em poucos segundos.
A ideia do vídeo é usar frio intenso para acionar o nervo vago e aumentar a resposta parassimpática (a parte do sistema nervoso que puxa o freio), com efeito de baixar a agitação do corpo: reduzir batimento acelerado, dar uma “aterrissada” na mente e tirar o organismo do 8 ou 80.
O que tem por trás disso é um reflexo bem conhecido em estudos e em protocolos clínicos: resfriar o rosto (principalmente região dos olhos/bochechas) pode ativar o chamado “reflexo do mergulho” (diving response), associado a maior atividade vagal e queda da frequência cardíaca.
Em pesquisa com imersão facial fria, houve redução imediata de sintomas de pânico/ansiedade em comparação com outras condições.
E um teste simples de “frio no rosto” (Cold Face Test) já foi estudado como forma de atenuar respostas ao estresse e reduzir resposta de cortisol em situação aguda.
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Você precisa de água bem fria ou um pacote de gel/saquinho com gelo (envolto num pano fino, pra não queimar a pele).
Esse formato (frio no rosto + pausa curta na respiração) aparece também em orientações de saúde e em materiais de habilidades de regulação emocional usados na prática clínica, justamente por reduzir rapidamente a ativação física do estresse.
Rosto, não corpo inteiro. Banho gelado/imersão total pode disparar “cold shock” (um tranco simpático que acelera respiração e coração) em algumas situações — a proposta aqui é mais controlada e localizada.
Pare se der ruim: dor no peito, falta de ar forte, desmaio, confusão, formigamento intenso que não melhora.
Se você tem arritmia, doença cardíaca, histórico de desmaios, ou se a crise vem junto de sintomas físicos importantes, vale conversar com um profissional de saúde.
Se as crises são frequentes, esse truque pode ajudar no “pico”, mas costuma ser pouco para resolver a raiz do problema (sono, estresse crônico, terapia, avaliação médica, rotina, etc.).
Assista ao vídeo clicando aqui.
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