A revista científica Nature Medicine publicou recentemente um estudo realizado por cientistas da Suécia que
trata sobre uma ferramenta simples que pode ser capaz de diagnosticar o Alzheimer em seus estágios iniciais através de um único exame de sangue e três cognitivos, que levam apenas dez minutos para serem concluídos.
Segundo o estudo, a ferramenta conseguiu prever com 90% de precisão quais pacientes com comprometimento cognitivo leve desenvolveriam Alzheimer em quatro anos. De acordo com os cientistas, em comparação com os métodos de diagnóstico atuais, esse é um grande avanço.
“O algoritmo nos permitirá recrutar pessoas com Alzheimer em um estágio inicial, que é quando novos medicamentos têm uma chance melhor de retardar o curso da doença”, disse Oskar Hansson, neurocientista da Universidade de Lund, na Suécia.
O diagnóstico precoce representa uma esperança aos pacientes com Alzheimer em estágios iniciais, principalmente para os que não têm condições financeiras para pagar caro por tecnologia de imagem cerebral ou exames de líquido cefalorraquidiano. Quanto mais cedo se diagnostica a doença, melhor será o tratamento contra o avanço.
“O algoritmo atualmente só foi testado em pacientes que foram examinados em clínicas de memória. Nossa esperança é que também seja validado para uso na atenção primária à saúde, bem como em países em desenvolvimento com recursos limitados”, disse Sebastian Palmqvist, autor principal do estudo.
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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de UOL Viva Bem.
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