Entre as produções inspiradas em crimes reais, poucas conseguem ser tão perturbadoras quanto “3096 Dias de Cativeiro”.
O longa reconstrói, com detalhes sufocantes, um dos casos mais inacreditáveis já registrados: o sequestro de Natascha Kampusch, que desapareceu aos 10 anos enquanto ia para a escola, na Áustria.
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A trama acompanha a rotina imposta por seu sequestrador, marcada por isolamento extremo, vigilância constante e abusos que se estenderam por longos oito anos.
Não se trata apenas de relatar o crime, mas de mostrar como cada dia se tornava uma batalha para preservar a própria identidade e a esperança de sobreviver.
Sob a direção de Sherry Hormann, o filme se apoia na atuação visceral de Antonia Campbell-Hughes, que traduz fisicamente o desgaste e a resiliência de Natascha.
É uma obra que incomoda, provoca e deixa claro por que essa história continua a causar choque em quem conhece seus detalhes.
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