Cientistas da Universidade King’s College, na Inglaterra, fizeram um estudo para entender se as doenças hepáticas poderiam estar relacionadas a alguns tipos de distúrbios psicológicos. Isso ajudaria a buscar as melhores formas de tratamento para os dois tipos de problemas.
Para o estudo, participaram 187 jovens entre 16 e 25 anos, pacientes de uma clínica que cuida de pessoas com problemas no fígado. Eles tinham que responder um questionário online sobre saúde mental e o resultado era capaz de diagnosticar sintomas de depressão e ansiedade.
Os pacientes foram divididos em três grupos: os que passaram por transplante de fígado, os com doença hepática autoimune e os com problemas crônicos no fígado. Analisando o questionário, os pesquisadores obtiveram um dado alarmante: 17,7% dos pacientes sofriam de depressão ou ansiedade, número quatro vezes maior do que se comparado com adolescentes sem problemas no fígado. Não houve diferença significativa entre os grupos de pacientes.
Foi constatado também que a depressão e a ansiedade afetavam a percepção da doença hepática, que parecia piorar em momentos de crise das doenças psicológicas. Porém, apesar das questões psicológicas influenciarem desta forma na doença, elas não pareceram influenciar negativamente no tratamento e cura de doenças hepáticas.
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