Por Nando Pereira
“A animação é sobre um personagem principal, que escolhe um modo de vida isolado e solitário, como o personagem Harry Haller, do livro “Steppenwolf”, de Herman Hesse. Ao mesmo tempo, o protagonista está encarnando o fora-da-lei solitário que você pode encontrar nos filmes clássicos e modernos e na Consciência do Ego de Carl G. Jung, sendo a parte central e racional da mente humana.
Ele embarca numa odisséia surreal através da sua paisagem interior e encontra incorporações de sua mente, representando diferentes características e comportamentos pessoais e coletivos. A Persona da sua psiqué, representando a máscara social e a assimilação da vida do dia-a-dia, invade sua privacidade. Essa parte da alma dele é mais tarde expulsa pela Sombra da sua psiqué, que personaliza as necessidades e prazeres reprimidos, e uma vida bem-humorada.
A Sombra representa uma ponta entre a consciência do Ego e o Inconsciente Coletivo e dirige o protagonista para o destino de sua viagem. Ela está expondo-o a uma maneira alternativa de vida e à importância da harmonia e da unidade do seu mundo interior”.
– Alex Schultz, criador e diretor de “Inner Steppe”
TEXTO ORIGINAL DE DHARMALOG
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