Na última semana, Cleo Pires sofreu uma crise de ansiedade ao embarcar em um avião. A atriz, que nunca teve problemas em voar, foi medicada no local e aconselhada a não viajar naquele dia. Os exames não deram nenhuma alteração. Tudo indica que tenha sido decorrente de estresse. Assim como Cleo, milhões de pessoas passam por situações parecidas diariamente, em que um mal-estar súbito deixa a sensação de estar “fora do ar”. O neurologista Fernando Figueira explica o transtorno:
— A crise de pânico é uma sensação de medo inesperada e inexplicável. Geralmente é desencadeada por situação de ansiedade aguda. Se a pessoa estiver passando por um período emocional conturbado, isso pode iniciar o fenômeno.
O chefe do serviço de neurologia do Hospital São Francisco aconselha a consulta imediata com um médico:
— É preciso reconhecer que é uma doença e procurar um neurologista ou psiquiatra para iniciar o tratamento, a base de remédio.
Além dos medicamentos, o acompanhamento psicológico é fundamental para o fortalecimento emocional, como diz a psicóloga Raquel Canabarro.
— A terapia funciona para entender o que causou aquilo no corpo, que chegou ao extremo. No momento da crise, deve-se respirar fundo e trazer a pessoa para a realidade.
De acordo com as Nações Unidas, os casos de distúrbios mentais estão aumentando no mundo. Entre 1990 e 2013, o número de pessoas sofrendo com depressão ou ansiedade passou de 416 milhões para 615 milhões.
Em uma situação de estresse, você já achou que não poderia se mexer? Essa sensação existe. Pela primeira vez, um estudo mostra que há relação cerebral entre ansiedade e capacidade motora. A ansiedade, por sua vez, age como uma resposta do corpo para lidar com ameaças, uma mensagem para o organismo se preparar para agir. A questão no transtorno é quando sintomas aparecem sem qualquer ameaça.
Durante o estudo, ansiosos pesquisados tiveram atividade acima do normal na amígdala, parte do cérebro ligada à forma como se lida com emoções. Pesquisadores notaram ainda mudança no córtex pré-motor, que prepara o corpo para agir. Em uma situação de estresse, você já achou que não poderia se mexer? Essa sensação existe. Pela primeira vez, um estudo mostra que há relação cerebral entre ansiedade e capacidade motora.
A ansiedade, por sua vez, age como uma resposta do corpo para lidar com ameaças, uma mensagem para o organismo se preparar para agir. A questão no transtorno é quando sintomas aparecem sem qualquer ameaça.
Durante o estudo, ansiosos pesquisados tiveram atividade acima do normal na amígdala, parte do cérebro ligada à forma como se lida com emoções. Pesquisadores notaram ainda mudança no córtex pré-motor, que prepara o corpo para agir. A ansiedade, então, faria o organismo reagir exageradamente quando não há ameaça e deturpa o instinto de se mexer.
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