Ter uma carreira sólida e bem sucedida não garante realização profissional. Muitas pessoas conseguem atingir níveis invejáveis em suas carreiras, mas costumam atribuir suas conquistas à sorte, acaso ou qualquer outro fator alheio às suas competências, sentindo-se uma FRAUDE. Esse padrão mental foi caracterizado pela psicóloga Pauline Clance, no final da década de 70, como Síndrome do Impostor.
Pessoas com essa síndrome costumam viver em um intenso sofrimento, gerado pela ansiedade e estresse, uma vez que supervalorizam suas fraquezas e não conseguem se sentir merecedoras de qualquer sucesso que possam ter, esperando o momento que sua incompetência será descoberta. É comum ouvirmos dessas pessoas frases do tipo “passei no concurso porque a prova estava muito fácil”, “eu consegui o emprego porque a concorrência estava baixa” “não sou bonita, estou apenas arrumada” ” eu tive esse resultado apenas porque me esforcei demais e não porque sou inteligente”.
As características principais dessa síndrome são:
Independente do padrão de funcionamento, as pessoas com essa síndrome apresentam sistematicamente comportamentos autossabotadores, de modo que prejudicam a sua performance, os resultados almejados e a percepção sobre eles.
A síndrome tende a acometer mais mulheres do que homens e está relacionada com prejuízos na autoestima e autoconfiança. Vale ressaltar que apesar de não ser um diagnóstico psiquiátrico, a síndrome do impostor leva milhares de pessoas ao sofrimento e à falta de senso de realização pessoal. Além disso, pessoas com esse padrão mental costumam apresentar transtornos de ansiedade e/ou humor, o que gera a necessidade de tratamento psicológico e, muitas vezes, psiquiátrico.
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