DESTAQUES PSICOLOGIAS DO BRASIL

“Vittinho do SUS” faz sucesso na web com mensagem: “Não me chame de Doutor”

Foi através de um post no Twitter que o estudante de medicina Vittor Guidoni Marianelli, de 19 anos, conquistou as redes sociais. No post, uma foto de si próprio vestindo uma camiseta que diz: “Sim, eu faço Medicina, mas por favor não me chame de Doutor, me chame de Vittinho do SUS”.

O post de Vittinho do SUS fez um sucesso imediato e já alcançou mais de 155 mil curtidas e 22 mil retuítes. O jovem disse que a repercussão o pegou de surpresa.

— Eu me senti numa mistura de assustado e MORTO DE RIR. A proporção que isso tomou em pouco tempo é estúpida (no sentido não-pejorativo) de grande. Foram 110 mil likes em um dia, e a última vez que verifiquei tinha mais de 3 milhões de visualizações ou alguma coisa assim. Eu ainda to (sic) meio em choque, mas sigo rindo das bobeiras e comentários hilários que isso proporcionou — contou ao jornal Extra.

Nos comentários, muitos elogiam a simpatia e a humildade do estudante.
“A partir de hoje eu só aceito ser atendida por médicos que tenham essa camiseta”, disse uma pessoa, a quem Vittinho respondeu com risadas e um incentivo: “vamo (sic) tornar protocolo”.

“Só acredito na juventude se usar essa camisa na formatura”, afirmou um internauta desconfiado, sendo logo depois rebatido pelo universitário: “Isso é um desafio? A gente se vê em 5 anos então, chapa”.

“Até porque Doutor é quem tem Doutorado”, ressaltou outro usuário do Twitter. “Certíssimo”, concordou Vittinho.

— Muita gente elogia sim, e diz que quer fazer igual (apesar de eu não saber muito bem se é só ironia) e eu adoro a ideia. Acho que essas bobeirinhas ajudam muito a fazer um sorriso aparecer no rosto de alguém, e esses sorrisos fazem muito pra muita gente. São coisinhas assim que alegram meu dia, e poder alegrar o dia dessa galera toda foi tipo, um enorme prazer. Acho que fazer essas besteirinhas são sim construtivas e valem sim a pena — frisou.

Seguindo a carreira de Medicina, Vittinho contou que realiza seu “sonho de criança” em querer “salvar o mundo”, mas explicou que “mesmo sendo um exagero bobo, provou-se motivacional” quando ele precisou.

— Mas se não der pra salvar o mundo até o fim do meu tempo eu fico contente com quem deu pra ajudar até aquele ponto – ajudar todo mundo com o máximo de eficiência possível, o que deve ser difícil, mas fazer o que né, tentar faz bem — acrescentou.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Jornal Extra.
Foto destacada: Reprodução/Twitter.

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