Por Larissa Pessi

Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender a Ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia, ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade. A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações. Entenda mais assistindo os filmes abaixo citados.

Deixe-me Viver (White Oleander) – Peter Kosminsky, 2002

Ingrid Magnussen é uma poeta feminista perdidamente apaixonada por Barry Kolker. Após ser desprezada, Ingrid decide por assassiná-lo usando o veneno de sua flor favorita e acaba sendo condenada à prisão perpétua pelo crime cometido. Sua filha de 12 anos, Astrid, é então enviada para morar numa casa com outras cinco mulheres, onde precisa lidar sozinha com suas frustrações e angústias. Uma década depois, Astrid encara como missão ensinar à sua própria mãe o significado do amor.

Elling – Petter Naess, 2001

Elling, um homem de 40 anos com problemas mentais, passou os últimos dois anos em um hospital psiquiátrico, onde foi internado após a morte da mãe. Um programa de socialização faz com que ele vá viver num apartamento em Oslo com outro doente mental da mesma idade, Kjell Bjarne. No início até as atividades mais corriqueiras, como ir à esquina ou atender ao telefone, se tornam grandes desafios. Mas aos poucos a dupla vai se adaptando à nova realidade, perseguindo seus objetivos: enquanto Elling se descobre um poeta, Kjell Bjarne procura uma mulher para perder a virgindade.

Shine – Brilhante (Shine) – Robert Scott Hicks, 1996.

Baseado na verdadeira história de pianista australiano David Helfgott, este filme mostra a paixão que David tem pela música clássica. Porém, a rejeição de seu pai e a pressão para que seus concertos sejam perfeitos o levam ao desequilíbrio mental. Agora só o amor de sua mulher poderá ajudá-lo a compartilhar o seu talento musical com o resto do mundo.

Gente Como A Gente (Ordinary People) – Robert Redford, 1980

Um dos filhos da família Jarrett, de classe média alta, morre precocemente em um acidente. Conrad, irmão da vítima, se considera responsável pelo ocorrido, tenta o suicídio e está em tratamento psiquiátrico. Conrad nunca foi o preferido da mãe, Beth, que faz questão de manter as aparências para não dar a entender que a unidade familiar foi quebrada, enquanto Calvin, o pai, tenta solucionar o conflito.

TEXTO ORIGINAL DE PSIQUÉ VULVA

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