Vera Dijkmans, criadora de conteúdo com milhões de seguidores, resolveu transformar a própria vida amorosa em “processo seletivo” no TikTok: abriu inscrições para homens que quisessem disputar a vaga de namorado.
O resultado foi daqueles que entopem caixa de entrada: cerca de 5.000 interessados apareceram. Só que, depois da triagem, a lista de aprovados ficou microscópica — e, no fim das contas, ninguém ficou.
Em vez de conversa solta e elogio padrão, Vera puxou um filtro direto ao ponto: um questionário com critérios práticos e preferências pessoais.
A lógica era simples: ela queria cortar, logo de cara, quem não combinava com o estilo de vida dela.

Leia também: Essa iguana está bem na sua frente, mas 90% das pessoas não conseguem enxergar
Entre as perguntas estavam temas como trabalho em tempo integral, independência (tipo ainda morar com os pais), ter carro em condições de uso e se o candidato já estava envolvido com outra pessoa.
E aí vieram as exigências que deixaram o formulário com cara de entrevista real: ela perguntou até sobre divisão de espaço numa possível convivência — incluindo se ela teria um closet só para ela.

Também jogou no meio preferências bem específicas para testar compatibilidade cultural, como gostar de Avatar: A Lenda de Aang e, para fechar, uma pergunta que vira discussão fácil em qualquer roda: quem é melhor artista entre The Weeknd, Future, Drake e Travis Scott.
Quando a poeira baixou, só três homens passaram pelo conjunto de critérios. E mesmo esses três não “fecharam a conta” quando o contato saiu do papel: ela chegou a sair com os finalistas, mas continuou solteira.
No meio do caminho, apareceram situações bem fora do normal — um candidato ofereceu mandar amostra de sangue e ainda pediu a dela em troca, o que terminou em corte imediato. Segundo ela, até uma pessoa famosa mandou mensagem, mas sem revelação de nome.
![]()
Outra coisa que chamou atenção foi o perfil de parte dos candidatos: muitos vinham do Texas e, curiosamente, ela notou uma repetição de pessoas do signo de Aquário.
Pode ser só coincidência estatística, mas foi um detalhe que circulou bastante entre quem acompanhou a história.
Depois de lidar com esse volume de mensagens e encontros, Vera disse que não pretende repetir a ideia do mesmo jeito.
Para ela, o problema não foi falta de opção — foi falta de alguém que atendesse ao pacote completo que ela considera essencial.
Se voltar a tentar algo parecido, a tendência é trocar inscrições online por um encontro presencial organizado, justamente para diminuir desgaste e filtrar melhor desde o começo.
Leia também: Você arruma a cadeira ao sair? A psicologia explica o que esse gesto diz sobre você
Compartilhe o post com seus amigos! 😉

