Até poucas décadas atrás a terminologia Bullying ainda não era empregada comumente e não a ouvíamos no dia-a-dia da maneira que ouvimos hoje. Antes, esta prática era vista como uma brincadeira não saudável, de maneira física ou verbal contra um alvo específico. Contudo, sem um potencial nocivo que pudesse ter consequências drásticas, como é de conhecimento e noção geral em pleno 2021.

Hoje já se sabe que o Bullying é uma prática inaceitável que pode causar trauma físicos, morais e psicológicos em quem sofre, podendo ter impactos comportamentais e sociais nesta pessoa.

Diversas ações e práticas podem configurar o Bullying, sobretudo em um ambiente tão heterogêneo e diversificado como o é o ambiente escolar:

1- Intimidações verbais
2- Xingamentos
3- Exclusão social
4- Calúnias
5- Agressões físicas
6- Discriminação
7- Ameaças

Todos estes pontos diferem muito em nível e intensidade, porém, todos estes são comuns a praticamente todos os casos de Bullying, sobretudo no ambiente escolar.

Atualmente o tópico é tão importante que diversos vestibulares cobram em suas provas uma redação sobre Bullying escolar e diversas pesquisas também são realizadas na área.

Com o intuito de entender um pouco mais sobre esta prática e quais são seus impactos na vida de quem sofre, hoje iremos ver um pouco mais sobre esta questão, de maneira detalhada.

O que é um Bullying e de onde veio este termo?

Como vimos, é extremamente comum, especialmente nos ambientes escolares e educacionais, que os alunos produzam textos sobre Bullying na escola e no ambiente escolar de maneira geral.

Mas o que exatamente é o Bullying e de onde surgiu esta terminologia para denominar este conjunto de agressões, direcionadas à uma vítima em específico?

O termo Bullying é derivado da palavra Bully da língua inglesa, cuja tradução literal é valentão. Ou seja, o Bully é o valentão da escola, em termos mais simplórios.

Portanto, o verbo Bullying é ligado às práticas de um valentão no ambiente escolar, sejam elas agressões físicas, intimidações, segregações sociais e até discrinimação.

De acordo com diversas plataformas especializadas, como o Brasil Escola, o Bullying consiste em um conjunto de violências, sejam elas morais, psicológicas ou físicas.

No entanto, o que mais marca a prática do Bullying é a perseguição contínua com alvos específicos, geralmente pessoas que diferem do padrão, seja em uma questão física, estética, ou até de preferências e gostos.

Quais os sintomas, impactos e consequências do Bullying?

Conforme publicado em artigo na plataforma Tua Saúde, existem alguns sintomas expressos pela pessoa que sofre Bullying, o que torna mais fácil a identificação de um possível caso de perseguição deste tipo.

Alguns destes sintomas são:

  • Baixa auto-estima
  • Isolamento
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Falta de estímulo para ir ao trabalho ou escola
  • Comportamento agressivo

Portanto, se conhecer alguém que esteja apresentando estes sintomas, principalmente a recusa em comparecer ao ambiente escolar ou de trabalho, fique de olho pois esta pessoa pode estar sofrendo algum tipo de Bullying nestes ambientes.

Ainda de acordo com a plataforma Tua Saúde, existem também consequências severas caso a prática do Bullying persista por muito tempo, como por exemplo:

  • Dificuldade para se relacionar
  • Desenvolvimento de síndrome do pânico
  • Ansiedade e outros transtornos psiquiátricos
  • Incapacidade de confiar nas pessoas
  • Baixa rentabilidade
  • Queda drástica na auto-estima

Analisando todas estas consequências e sintomas que o Bullying pode causar, esta prática hoje em dia é inaceitável, sendo passível de punições de acordo com o grau e com o ambiente onde esta prática foi realizada.

Considerações finais sobre o Bullying

Assim como ilustra de maneira bem clara a plataforma G1, o Bullying é sinônimo de assédio físico e moral na criança ou no adolescente, de modo que os atos desta prática causam angústia e dor para quem sofre.

Ainda, uma vez que o Bullying seja identificado, é necessário que os pais conversem de maneira clara e calma com seu filho e que entrem em contato com a direção da escola, caso a prática permaneça.

No mais, dentro do ambiente de trabalho esta prática também é inadmissível, sendo até um pouco mais delicada, visto que os praticantes e os alvos desta prática são adultos. No entanto, é extremamente necessário que seja contatado o R.H. da empresa a fim de resolver esta situação da melhor maneira possível.

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