A França está empreendendo um projeto revolucionário que visa construir uma instalação que permitirá que pacientes de Alzheimer vivam com o maior conforto possível. O complexo autônomo em Dax, uma cidade termal no sudoeste do país da Europa Ocidental, imitará uma aldeia, com um supermercado, centro de saúde, cabeleireiro e biblioteca. Lá, 120 moradores, todos portadores da doença, poderão viver livremente, com menos medicação e em segurança.

Na aldeia, os moradores ficarão instalados em casas compartilhadas, distribuídas em quatro bairros, com 100 cuidadores e 12 voluntários que organizarão atividades. E tem mais, as instalações do complexo são projetadas para auxiliar no senso de direção, visão e memória. Os defensores dessa nova maneira de cuidar dos portadores de Alzheimer dizem que os pacientes são mais ativos e sociáveis e necessitam de menos medicamentos do que aqueles em instalações de atendimento a idosos.

O projeto se inspira em Hogeweyk, considerada a primeira “aldeia de Alzheimer” do mundo, perto de Amsterdã, na Holanda. Lá, os moradores são agrupados de acordo com suas origens e interesses.

Na aldeia na França, uma equipe de pesquisadores conduzirá um estudo comparando-o com os tradicionais lares de idosos. Com inauguração prevista para o final de 2019, o projeto deve custar 28,8 milhões de euros (US $ 33,4 milhões). Para ser construído, é financiado principalmente pelo governo, de acordo com relatórios.

Projetos como este oferecem uma esperança de qualidade de vida às pessoas diagnosticadas com Alzheimer.

Bem que o modelo poderia ser copiado por aqui, não é mesmo?

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Redação Conti outra. Com informações de Voicers

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