Nessa série nº 1 do streaming, mulher recebe ligação da filha desaparecida falando que está viva e que precisa ser resgatada

Tem coisa que dá um nó na cabeça antes mesmo do susto: atender o telefone e ouvir, do outro lado da linha, a voz de alguém que você enterrou por dentro há anos.

É exatamente esse gatilho que move “Os Sem Nome”, minissérie espanhola de suspense psicológico com seis episódios, já disponível no Disney+.

A trama acompanha Claudia (Miren Ibarguren), que tenta juntar os pedaços da vida sete anos depois do assassinato brutal da filha, Ángela.

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Quando a dor parece, enfim, ter virado rotina, Claudia recebe uma ligação que reabre tudo: a menina diz que está viva e pede para ser buscada — e aí a pergunta vira obsessão: o que, de fato, aconteceu naquele passado?

Sem confiar em coincidências, Claudia volta ao caso com a ajuda de Salazar (Rodrigo de la Serna), o ex-policial que conduziu a investigação original, e de Laura (Milena Smit), uma jovem que carrega “dons paranormais” e afirma ter uma conexão antiga com Ángela.

Conforme as peças se encaixam, surge a possibilidade de o desaparecimento ter ligação com uma seita — e a série vai apertando a tensão na base do medo psicológico, não de sustos fáceis.

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“Os Sem Nome” é inspirada no romance do escritor britânico Ramsey Campbell e também dialoga com o filme espanhol de 1999 baseado na mesma obra.

A produção é do Movistar Plus+, com direção de Pau Freixas (ao lado do criador Pol Cortecans) e estreou na Espanha em 26 de junho de 2025.

Pra quem gosta de mistério com clima sombrio e um caso que parece não fechar nunca, é daquelas minisséries boas de ver “em linha reta”, justamente por serem poucos episódios — e por deixar sempre a sensação de que tem alguém escondendo a parte mais importante.

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Gabriel Pietro tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 12 mil textos assinados até aqui.