No último dia 30 de junho, o jornal Araruama News publicou uma matéria em que contou a história de Renato de Amorim Loureiro, um entregador de aplicativos que mora em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e dorme nas ruas para economizar durante a semana, uma vez que, para voltar para a Região Metropolita, ele gasta cerca de R$25,00 reais por dia.

Essa foi uma das cenas mais tristes da semana, pois mostra um homem que hoje não consegue ter as condições mínimas nem para descansar após longas jornadas de trabalho.

Segundo Renato, a estratégia ajuda a vencer a crise e manter sua família.

 

Crises econômicas como a que estamos vivendo atingem mais gravemente a população  pobre e que, mediante a diminuição do poder de compra, não possui áreas em que cortar gastos. O dinheiro, que já era o mínimo para a subsistência, passa a não ser suficiente e escolhas como a de Renato, em muitos casos, são a única possibilidade.

Segundo publicado no G1, uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas mostrou o maior número de pessoas em situação de pobreza já registrado no Brasil, como trasncrito abaixo:

“A FGV Social usou dados do IBGE para criar o mapa da pobreza no Brasil. O levantamento leva em conta a definição do Banco Mundial do que é pobreza a partir da renda das famílias. São quase 63 milhões de pessoas no Brasil que, no ano passado, viviam em domicílios onde a renda por pessoa não ultrapassava R$ 497 por mês.

O valor não dá para comprar uma cesta básica em nenhuma capital do país. A pesquisa mostra também um aumento dos que estão na chamada extrema pobreza. São 33 milhões de brasileiros que vivem com menos de R$ 289 por mês. Pelo levantamento, que usa dados que começaram a ser coletados em 2012, esse é o pior cenário já registrado.”

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