O Alzheimer pode ser interrompido ou mesmo revertido por meio de uma terapia de oxigênio administrada a pacientes em salas pressurizadas, sugeriu um estudo.

Pesquisadores israelenses estudaram seis idosos com comprometimento cognitivo leve, um estágio inicial de perda de memória que é um precursor da forma mais comum de demência.

Seus sintomas melhoraram depois de cinco tratamentos de 90 minutos de oxigênio por semana durante três meses, descobriram os cientistas.

O tratamento – denominado oxigenoterapia hiperbárica (OHB) – envolve os pacientes inalando oxigênio por meio de uma máscara em uma câmara pressurizada. É usado por atletas para ajudá-los a se recuperar mais rapidamente e por celebridades que afirmam que ele vence o estresse.

Aumenta significativamente a quantidade de oxigênio nos tecidos corporais, o que os defensores dizem que estimula a cura.

E quando o tratamento foi administrado a ratos, ele removeu as placas amilóides do cérebro, que são um sinal revelador do Alzheimer.

Os especialistas acreditam que a terapia funciona alterando a estrutura dos vasos no cérebro e aumenta o fluxo sanguíneo. A redução do fluxo sanguíneo para o cérebro já foi associada ao início da demência.

Demência – o nome dos sintomas ligados ao declínio contínuo da memória – é a maior causa de morte no Reino Unido e alguém desenvolve a doença a cada três minutos, de acordo com a Sociedade de Alzheimer. Atualmente não há cura.

Cerca de 850.000 britânicos têm a doença – com um e seis deles com mais de 80 anos – e o número deve chegar a 1,6 milhão em 2040.

Enquanto isso, mais de seis milhões de pessoas nos Estados Unidos têm Alzheimer, cujas taxas também devem dobrar nos próximos 20 anos.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Daily Mail.
Fotos: Pixabay.

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