“Batman” escoltou uma menina de 3 anos, vítima de bullying, que estava apanhando dos coleguinhas e um dia voltou pra casa com hematomas no rosto.

Jack Asbury, que usa a roupa do super-herói, entrou em contato com Lydia e sua mãe, Erica Calculli, depois de ler um post de desabafo no Facebook, sobre a menina estar sendo intimidada na creche.

Ele foi até lá para mostrar aos agressores que Lydia tem um amigo: “Enquanto estava ao lado dela, olhei para todos [os colegas de classe] e disse a todos que ela é minha melhor amiga e que voltaria para vê-la”, afirmou.

Jack Asbury trabalha como paramédico em Citrus County, na Flórida, EUA, e nas horas vagas assume a identidade do super-herói.

Lydia, de 3 anos, precisava de proteção contra os ataques de alguns colegas e de mãos dadas com o novo amigo se encheu de confiança na última quarta-feira.

“Ajoelhei-me ao lado dela e disse que ela teria um ótimo dia e que ela ficaria bem”, conta o Batman.

Asbury disse que a razão de assumir Batman no tempo livre é por causa da missão do super-herói de ajudar os outros.

“Um homem comum se tornando sobre-humano, mesmo sem poderes”, disse Asbury.

As agressões começaram “leves” e a mãe de Lydia não imaginou que poderiam piorar. Até o dia em que a menina chegou em casa com hematomas no rosto.

“No começo, era muito menor e eu pensei que isso acontecia apenas brincando”.

“Duas semanas atrás, ela voltou para casa com um olho roxo, mas não disse o porquê. Parte meu coração que outra criança esteja machucando meu bebê física e emocionalmente”, disse a mãe.

A filha contou que o assédio moral havia piorado e que ela não queria mais ir à creche.

Quando ela escreveu sobre a experiência no Facebook, Asbury estendeu a mão e perguntou se ele poderia levá-la para a aula.

“No começo, ela ficou tímida”, lembrou.

“Eu dei a ela um vestido de super-heroína e expliquei como ela era corajosa como Supergirl e gostaria que ela fosse minha companheira.”

Ela topou a brincadeira e pediu que o Batman sentasse com ela na classe.

Na manhã seguinte, Calculli disse que viu outros jovens começarem a se aproximar da filha e chamá-la de sua melhor amiga.

“Isso me fez chorar”, disse ela, em um texto de agradecimento para Asbury na manhã seguinte.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de SNB.
Fotos destacadas: Reprodução CBS.

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