Como diz a música, “Não há lugar como a minha casa nas férias”. Agora, graças a dois proprietários de negócios com visão de futuro em County Kerry, Irlanda, três famílias se mudarão para moradias subsidiadas pela empresa com bastante tempo para ver o Papai Noel descer pela chaminé – e isso é só o começo.

Patricia e Tony Walsh, são os proprietários de uma empresa que emprega quase 120 pessoas na cidade de County Kerry, na Irlanda. Patricia explica que o trabalho que eles fazem requer um conjunto de habilidades muito específicas. Como não conseguiram encontrar candidatos locais suficientes para atender às necessidades, uma boa parte de sua força de trabalho vem de outros países europeus.

Infelizmente, comp as opções de moradia na área são limitadas e tem um alto custo, muitos funcionários simplesmente não podiam economizar para comprar suas próprias moradias pagando aluguéis exorbitantes.

Dois desses trabalhadores são Anna e Marcin Wojs. Eles trabalham com Patricia e Tony desde que emigraram da Polônia para a Irlanda, há 16 anos. Diante da possibilidade de ter que voltar para casa apesar de quererem muito ficar, eles relatarm seu dilema para seus patrões.

Para Patricia e Tony, a resposta parecia óbvia: encontrar uma maneira de oferecer uma alternativa de moradia a preços acessíveis como um incentivo para manter seus funcionários junto com a família.

Então, em 2017, o casal buscou permissão de planejamento para construir lotes de casas sem fins lucrativos em terrenos já pertencentes à empresa deles. O lote pode acomodar 70 residências, 20 das quais foram reservadas para trabalhadores da empresa.

Construídas sem fins lucrativos, as casas anexas são vendidas aos funcionários por cerca de € 30.000 (cerca de R$ 186 mil) abaixo do valor de mercado. Para compensar os custos, as outras 50 unidades serão vendidas pelo valor total no mercado aberto.

Com a construção de três casas agora concluída, a família Wojs foi a primeira a se mudar para sua nova casa e já começou a decorar os cômodos. Os funcionários que compraram as duas casas restantes devem se mudar no ano novo para as suas novas casas também.

Tony Walsh observa que haverá um acordo informal com os funcionários que compram casas para ficar na empresa pelos próximos 10 anos. Embora ele veja a medida como uma forma de garantir uma força de trabalho estável, ele também acredita que a casa própria será um fator chave para garantir um futuro estável para seus funcionários quando eles se aposentarem.

“Mercin, Anna e sua família estão nas nuvens”, disse Tony Walsh à RTÉ News. “Pela primeira vez em suas vidas, eles possuem algo. Vamos distribuir isso agora para o resto da nossa equipe e, no fim do contrato, quando eles deixarem de trabalhar com a nossa empresa, eles podem fechar a porta e dizer: ‘Isso é nosso.’”

A construção do próximo lote de casas está programada para começar no próximo mês. De acordo com Patricia, fornecer habitação a preços acessíveis já está provando ser um privilégio de trabalho que é uma vitória / vitória para empregadores e empregados – e ela espera sinceramente que outras empresas irlandesas imitem seu exemplo.

Nesse ínterim, Mercin, Anna e seus filhos estão apenas gratos por estarem em casa nas férias. “É o melhor presente de Natal de todos os tempos”, disse Anna. “A sensação agora é que estamos felizes, apenas felizes.”

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Good News Network.
Fotos: Rte.ie/Twitter.

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