Há algum tempo, uma inusitada instalação artítica fez muita gente refletir sobre os laços que unem todos os seres-humanos, independentemente de sua origem, cultura, ou classe econômica. Trata-se de várias gangorras instaladas em um muro que separa as cidades de Ciudad Juárez (México) e Sunland Park, na periferia de El Paso (Novo México, EUA), que permite que crianças e adultos dos dois lados da fronteira brinquem juntos.

A novidade é que o projeto acaba de receber o prêmio de Design do Ano do London Design Museum, referente a 2020, em anúncio feito nesta terça-feira (19/1).

A iniciativa das gangorras foi dos arquitetos e professores Ronald Rael e Virginia San Fratello, baseados na Califórnia (EUA). O projeto, batizado como Teeter-Totter Wall, tem um viés lúdico e outro de crítica à política migratória do presidente Donald Trump.

Tim Marlow, diretor do London Design Museum, chamou a instalação de uma “lembrança inventiva e comovente de como os seres humanos podem transcender as forças que procuram nos dividir”, acrescentando que o muro fronteiriço “encorajou novas formas de conexão humana”, contou reportagem da CNN.

Mesmo que a Teeter-Totter Wall tenha estado no local por apenas 20 minutos, em julho de 2019, a instalação foi o desfecho de uma década de trabalho de Rael, um professor de arquitetura da UC Berkeley, e San Fratello, que é professora associada de Design na San Jose State University.

A iniciativa surgiu a partir de uma série de desenhos conceituais produzidos pela dupla em 2009, tornando-se realidade 10 anos depois, quando as gangorras foram transportadas da Califórnia para Sunland Park em colaboração do Colectivo Chopeke, coletivo de artistas sediado em Cuidade Juárez.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Extra.
Foto destacada: Reprodução/Instagram.

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