Na última sexta-feira (17), Brenda Rodrigues, de 21 anos, estava esperando por sua mãe na recepção de um prédio comercial no Rio de Janeiro quando presenciou um acidente. Ela testemunhou uma pessoa passando mal e ficando desacordada na frente do prédio, sem se dar conta de que se tratava de sua mãe. A mãe da jovem, Maria Rodrigues, tinha realizado uma sessão de hidrolipo no local.

Diante do ocorrido, outra mulher que estava presente no local solicitou que Brenda gravasse a demora da chegada do socorro. Ainda sem notar que a mulher que tinha passado mal era sua mãe, Brenda passou a documentar o que estava acontecendo.

“A menina da recepção falou que alguém tinha caído passando mal. Eu assisti tudo. Mas pelo fato de estar longe não vi quem era. Eu vi uma pessoa caída no chão, com o roupão ainda. Fizeram massagem, respiração boca a boca e foi chegando mais gente. Uma menina pediu para eu gravar pra mostrar a demora ao atendimento. Mas não imaginava ser minha mãe”, contou Brenda ao EXTRA.

De acordo com a jovem, a recepcionista da clínica solicitou que ela aguardasse na parte de trás do prédio, onde um médico viria conversar com ela. “Foi ali que desabei. Um homem passou por mim e eu perguntei se ele era o médico. Mas ele respondeu que não, que na verdade era um funcionário do prédio. Mas era o médico. Depois quando eu o confrontei ele não falou mais nada. Meu mundo acabou ali. Eu com 21, anos, filha única. É chorar, pedir força a Deus e pedir por Justiça”, continuou.

Brenda ainda contou que o médico e o anestesista carregavam malas, se preparando para fugir do local.

“Na semana passada eu falei para ela deixar isso para lá, porque ficou toda roxa. Acordou nervosa, se batendo, não conseguiam segurar ela. Passou a semana toda sem condições de se levantar e não foi trabalhar. O recepcionista falou que em três dias ela voltaria ao normal e não iria reclamar de nada. Mas ficou a semana toda reclamando de dores. Hoje (nesta sexta-feira) eu disse que ela não tinha condições de fazer”, contou Wagner Vinicius Morais de Carvalho, namorado da vítima.

“Ele juntou todo o material e se preparou para sair. Disse para as pessoas que ia descer para buscar socorro, mas chamou um táxi para ir embora. Foi um segurança do shopping que segurou ele e chamou a polícia”, completou.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Isto É.
Foto destacada: Reprodução.

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