Se alguém ainda não sabe o que significa representatividade, ela pode ser facilmente exemplificada com apenas uma fotografia. Nela, uma menina de 4 anos, em sua própria cadeira de rodas, contempla o pôster de uma campanha publicitária de uma marca de beleza, estrelada por uma mulher que também é cadeirante.

A menina da foto é a pequena Maren Anderson, que recentemente passou a utilizar uma cadeira de rodas devido à progressão de uma doença rara causada por uma mutação genética.

Ao longo de três meses, Maren praticou em casa como se deslocar com a cadeira de rodas até se sentir confortável o suficiente para usá-la em público, o que ocorreu pela primeira vez no início deste mês.

A pequena tinha saído com a mãe, Carolyn Anderson, em Leesburg, Virgínia (EUA), quando ambas viram um anúncio de uma marca de beleza, cuja estrela era uma mulher feliz em uma cadeira de rodas. Ao ver a cena, Maren ficou extasiada!

“Nessa tarde em particular, Maren estava dirigindo na calçada ao meu lado. Ao ver o pôster, ela ganhou uma confiança que não tínhamos visto antes“, disse sua mãe ao programa Good Morning America. “Ela ficou tão extasiada que mal conseguíamos acompanhá-la na rua. Ver uma mulher feliz em uma cadeira de rodas como a dela foi ótimo para ela – e fantástico para todos nós, como família.”

A mãe, claro, tirou uma foto do momento encantador e compartilhou com seus amigos no Facebook, aproveitando a oportunidade para expressar sua gratidão à marca “Ulta” por representar as mulheres com deficiência física em seus produtos.

“Obrigado Ulta, por fazer minha garota parar completamente em meio à calçada para contemplar sua propaganda. Foi hipnotizante para ela e para mim. Muito obrigada!”, disse Carolyn no post.
A publicação foi compartilhada mais de 77 mil vezes desde então. A mãe de Maren espera que tamanha repercussão inspire outras empresas de publicidade a promoverem campanhas semelhantes e entenderem que representatividade é sim muito importante!

“Ela conseguiu se ver nesta foto, e isso plantou uma semente em sua mente, de que há um lugar para crianças como ela neste mundo”, disse Carolyn. “Ela se sentiu, pela primeira vez, verdadeiramente incluída.”

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Razões para Acreditar.
Foto destacada: Reprodução/Facebook

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