‘Quero vencer na vida!’. Quem, em algum momento, jamais pronunciou essa frase?
O desejo de sentir-se bem-sucedido é natural. Por isso, todos querem fazer valer sua história, sentir-se parte e deixar marca singular.

Mas o que significa triunfar?

No sentido original, o termo triunfar está ligado a guerras e disputas violentas, significando exatamente prevalecer sobre o inimigo e apropriar-se do que é dele.
Historicamente, triunfar é tão decisivo para firmar povos como capazes de feitos extraordinários, que é comum encontrar arcos triunfais nos portões das cidades para destacar seus habitantes como povo forte e vencedor. Um exemplo é Paris cujo arco triunfal de inspiração romana a distingue entre as cidades europeias.

Com o passar do tempo, entretanto, a palavra triunfo foi sendo assimilada aos tempos de paz e passou a referir-se às vitórias sobre desafios, problemas graves e obstáculos, enfim, passou a expressar o êxito nas lutas pelo êxito. O tempo passou, os usos e costumes se transformaram, mas uma coisa permaneceu: as pessoas gostam de se distinguir como seres triunfantes.

E cada um, à sua maneira, busca caminhos que levem ao êxito.

E quais seriam esses caminhos?

São inúmeras as formas utilizadas para triunfar sobre obstáculos que se interponham entre nós e o que queremos. Entretanto, a despeito do caminho escolhido, dois fatores são decisivos para o sucesso: o senso de si próprio e uma boa dose de ousadia.
E o que vem a ser senso de si próprio? É o fator que nos leva a fazer escolhas e tomar decisões coerentes. O senso de si próprio é o núcleo da autoconsciência.

É firmado pelo exercício do autoconhecimento e leva-nos a conhecer nosso potencial – limites e possibilidades – e incorporá-lo às ações necessárias aos empreendimentos.
A ousadia, por sua vez, é a atitude indispensável para enfrentarmos o inusitado e assumirmos os riscos inerentes aos desafios. A ousadia deve ser bem utilizada, usá-la de forma desmedida pode produzir desastres irrecuperáveis, mas sem ela, as metas são subdimensionadas. Por essa razão, a atitude ousada deve ser sempre temperada com boa dose de análise e senso de realidade.

A coragem – qualidade que nasce da junção da vontade, da disciplina e do caráter – é o coração da atitude e o tempero da ação. E sem ousadia não há ação corajosa. A ousadia é que nos alimenta de coragem e sem esta, procrastinamos, desistimos e sabotamos os sonhos mais caros. Então, é seguir adiante conscientes de nossos propósitos e munido de vontade alimentada pela coragem, até atravessar os portais do triunfo.

Imagem de capa: Por Elena Efimova na Shutterstock

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Liduína Benigno Xavier
Psicóloga, Mestre em Educação, formação em Facilitação de Processos humanos nas organizações, a escritora é consultora organizacional há mais de vinte e cinco anos; É autora do livro: Itinerários da Educação no Banco do Brasil e Co-autora do livro: Didática do Ensino Corporativo - O ensino nas organizações.Mantém o site: BlogdoTriunfo que publica textos autorais voltados ao aperfeiçoamento pessoal dos leitores e propõe reflexões que ajudam o leitor a formar visão mais rica de inquietações impactantes da existência.