Nesta semana foi revelada a causa do óbito dos pais da atriz Alicia Witt, intérprete da personagem Paula na série “The Walking Dead”.

De acordo com os atestados de óbitos oficiais emitidos, Robert Witt, de 87 anos, e Diane Witt, de 75, faleceram de “provável arritmia cardíaca” devido ao frio na cidade de Worcester, em Massachusetts, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo Telegram & Gazette.

Robert e Diane faleceram em dezembro de 2021. Depois de não receber notícias dos pais, Alicia pediu que alguém fosse checasse a casa deles, uma vez que ambos não respondiam às suas tentativas de contato.

Quando chegaram à residência do casal, ambos já estavam sem vida. De acordo com informações divulgadas pela polícia local, não havia sinais de qualquer crime ou de vazamento de monóxido de carbono na casa.

Segundo o Telegram & Gazette, os idosos estavam com problemas no sistema de aquecimento da casa e, por conta disso, faziam uso de um aquecedor portátil. Um vizinho reportou às autoridades locais que acreditava que os dois estavam doentes, o que poderia ter agravado a situação. Robert e Diane também teriam recusado ajuda de vizinhos com os problemas da casa. Os vizinhos, no entanto, ajudaram o casal a cortar a grama e retirar neve da entrada da residência.

Nas redes sociais, Alicia postou um texto emocionante sobre a dor que está sentindo com a partida dos pais: “Ainda não parece real. Há um mês fiquei assustada por não ter notícias deles, e liguei para que checassem. Esperando, com o telefone na mão, orando fervorosamente para que a próxima ligação fosse deles, bravos por eu ter envolvido outra pessoa. Assim que ouvi a voz de um detetive no telefone, eu soube que eles tinham partido. Soube que não ouviria suas vozes novamente. Começar o resto da minha vida encontrando com eles em uma brisa, uma canção, um sonho”.

A atriz ainda fez revelações sobre os pais, corroborando as declarações dos vizinhos sobre Robert e Diane terem enfrentado problemas com a casa e não aceitarem ajuda: “Eu nunca imaginei que falaria sobre isso publicamente, muito menos durante uma onda esmagadora de luto. Meus pais não me deixavam entrar na casa deles há mais de uma década. Cada vez que eu me oferecia para arrumar algo, eles recusavam deixar funcionários entrar na casa deles. Eu implorava, chorava, tentava negociar com eles, tentava convencê-los a se mudarem, mas toda vez eles ficavam furiosos comigo, me dizendo que eu não tinha o direito de dizer a eles como viver suas vidas, e que tinham tudo sob controle”.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de R7.
Capa: MONTAGEM R7/REPRODUÇÃO INSTAGRAM.

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