É bem provável que você já tenha percebido que, conforme o tempo passa, mais a disposição biológica do seu corpo tende a ser mais frágil. Deste modo, alguns sintomas que passavam com maior facilidade na juventude, logo passam a durar mais.

Um desses sintomas que sganha força é justamente a temida e incômoda “ressaca”. Confusão mental, náuseas, vômito, respiração irregular, palidez, hipotermia e dificuldade de concentração são alguns dos sinais mais óbvios que você sofre com a bebedeira em excesso da noite anterior.

Há alguns que podem agravá-la, como beber de estômago vazio, usar drogas e dormir pouco depois da noitada. Quando uma pessoa começa a demorar mais tempo para se recuperar de uma ressaca do que em ocasiões anteriores, é sinal de que aquela quantidade de álcool é cada vez menos tolerada pelo organismo, como explicou o psiquiatra especialista em dependência química Leonardo Moreira ao blog do Ministério da Saúde.

De acordo com uma pesquisa britânica, à medida que envelhecemos, o metabolismo desacelera, e o acúmulo de gordura corporal inibe as enzimas que quebram o álcool no estômago, potencializando seus efeitos nocivos no corpo.

Além disso, o fígado também diminui a velocidade de funcionamento com o passar dos anos, se tornando menos eficaz em processar e “filtrar” a quantidade de álcool ingerido no organismo. Foi o que mostrou uma pesquisa sul-coreana feita com ratos, que indicou ainda uma relação das fortes ressacas com as variações de peso ao longo dos anos.

Logo, novamente o conselho é válido, não só nesse final de ano com tantas festas, a moderação é sempre recomendada.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de O Livre.
Foto destacada: Reprodução.

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