O amor para com os pais é único e incondicional. São eles que dão vida aos filhos e que também se dedicam a cuidar deles até que possam cuidar de si próprios. No entanto, os pais adotivos merecem um reconhecimento especial.

Eles não apenas decidem abrir as portas de sua casa e de sua vida para uma pessoa que perdeu sua família, mas também os amam como se fossem seus próprios filhos. É por isso que a frase popular “pai não é quem gera, mas quem cria” é tão valiosa e Mandisa Zenaya Mlitwa sabe disso muito bem.

Essa jovem que mora em KwaMashu, na África do Sul, foi adotada por um casal mais velho quando era apenas um bebê e, agora adulta, ela entende como isso foi importante para sua vida. Por isso, ela não economiza palavras para agradecer seus pais por tudo o que fizeram por ela.

“Quero aproveitar a oportunidade e agradecer a Deus por colocar essas pessoas maravilhosas no meu caminho. Sou uma filha adotiva, me sinto amada todos os dias, acordo de manhã e eles me abraçam. Eu ligo quando estou com problemas e meu pai está lá em um piscar de olhos”, escreveu Mandisa em um post no Facebook.

A menina, hoje com 21 anos, já perdeu a mãe antes e também aproveitou para se lembrar dela com palavras doces. “Neste mês (março) do ano passado, perdemos minha mãe para o câncer, então agora somos só meu pai e eu. Eu sempre rio quando saímos e as pessoas pensam que ele é meu ‘sugar daddy’ “, disse ela.

E as anedotas continuavam vindo à sua mente enquanto ele escrevia essas palavras. “Eles [os pais] me vestiam, me levavam para a escola e não esperavam nada em troca! Eu me sinto amada todos os dias. Meu pai, me leva para comer, abre as portas para mim, me abraça todos os dias, diz que me ama, me ajuda a lavar os cabelos, me faz tomar café da manhã e eu tenho 21 anos!”, comentou.

“Ele compra minhas comidas e bebidas favoritas, ele é meu melhor amigo! Posso até falar com ele sobre namoros, ele é tão legal! Obrigada Deus, você levou minha mãe, mas ainda me sinto amada e sempre serei grata por ela e por meu pai, que me acolheu e me amou como a si mesmo. Descanse em paz mãe”, finalizou.

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de UPSOCL.
Fotos: Mandisa Zenaya Mlitwa.

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