segunda-feira, julho 22, 2019

Paulo Crespolini

Paulo Crespolini
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Psicólogo - CRP 06/132391 Possui graduação, com licenciatura plena, em Filosofia, pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2004), atuando nos seguintes temas: história da filosofia moderna, movimento iluminista, crise eclesiológica e razão científica. Com formação em Teologia (2009), pelo Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás, tem se dedicado às pesquisas sobre a concepção materialista-dialética da história e, ao mesmo tempo, sobre Ética e Filosofia Política. Ainda na Teologia obteve resultados significativos no estudo da Filosofia da Religião em Andrés Torres Queiruga e na instituição metafísica da atividade religiosa. Na Psicologia (2015) a pesquisa esteve centrada em duas áreas concomitantes, ambas fundamentadas na analítica de Carl Gustav Jung, a saber: a psicopatologia do religioso constelada em uma polaridade devoradora do divino: fenômeno associado e possível suscitador de transtornos mentais.

Estamos cercados de pessoas duradouras ou precárias?

Tais como árvores há pessoas fincadas no campo da firmeza, adubadas no solo do ânimo e munidas pela força da bravura. São audaciosas e...

Fibromialgia, o adoecimento do corpo testemunhado na alma

Mesmo nascida na alma, a Fibromialgia é dolorosamente testemunhada no corpo. Não são raros os teóricos que a chamam de ‘doença da alma’. Isso...

Apesar da dor, o trauma pode nos transformar

Contusões graves e fraturas expostas não ocorrem apenas na estrutura musculoesquelética do corpo humano, tal como tratam os ortopedistas e os traumatologistas. Adiante disso,...

“Não quis perturbar a sua dor”

A morte é a fiel companheira da vida. Uma coexiste na outra. Da mesma maneira que somos desembrulhados para o viver também somos envolvidos...

Minha pele, minha história.

Em termos psíquicos, na pele se encontram as marcas que nos constituem enquanto pessoas. Seu revestimento narra as pancadas e as contusões, os direitos...

Antes de uma virtude moral, o perdão é um bem terapêutico.

PERDOAR não é um ato de mero esquecimento, como se fosse possível extirpar da memória lembranças profundamente dolorosas. Ao contrário, quem perdoa se recorda...

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